Primeiro Milagre Em Público – O Vinho

“Jesus realizou seu primeiro milagre público não para sancionar a embriaguez pelo uso social do vinho, mas para demonstrar a seus discípulos que por trás de toda a diversidade da matéria está a única Substância Absoluta.

Para Jesus, o vinho não era vinho – era uma vibração específica de energia elétrica, manipulável pelo conhecimento de leis suprafísicas definidas. Toda a criação de Deus opera de acordo com a lei. Acontecimentos e processos por leis “naturais” já descobertas não são mais considerados milagrosos; mas quando a lei de causa e efeito opera de modo sutil demais para que o hmem possa discernir como algo acontece, ele então o denomina um milagre.

Jesus sabia que sustentando e controlando toda a matéria atômica está o poder único da Inteligência e Vontade Divinas, que unifica e equilibra a matéria – a qual pode ter sua origem retraçada à consciência caso seja dissolvida em seus elementos constituintes. Jesus compreendia a relação metafísica entre matéria e pensamento, e demonstrou que um tipo de matéria podia ser transformado em outro tipo – não apenas por meio de processos químicos, mas pelo poder da Mente Universal.

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 242-243.

Capítulo 11: Água em vinho: “Jesus principiou assim os seus sinais (…)”

Poderes de Jesus em Sua Infância

“(…) já em sua infância Jesus possuía grandes poderes, similares àqueles que ele havia manifestado em sua encarnação prévia como Eliseu, pressagiando os milagres do seu ministério de adulto, que demonstraram comando sobre a vida e a morte e sobre as leis naturais que não cedem em sua fixidez exceto por um comando divino.

(…)

À medida que o menino sai da infância, ele inicia o exercício mais consciente de seus poderes concedidos por Deus.

(…)

Vida e morte, matéria animada e inanimada, tudo era visto pelo menino Jesus como vibrações manipuláveis da consciência de Deus. Relata-se que ele moldou pardais a partir da lama retirada de poços depois de uma tempestade; e quando repreendido por ter praticado tal ação no sábado, ele deu vida aos pássaros e ordenou-lhes que voassem.

(…)

“Se um homem desconsidera o aviso de não tocar um fio desencapado e é com isso eletrocutado, não é o fio desencapado, mas a insensatez do homem, o responsável por sua morte. A mesma verdade se aplica ao caso das crianças perversas que zombaram de Eliseu. Trata-se da história de toda oposição maléfica à vontade justa de Deus: o mal causa, por fim, sua própria destruição.” God Talks With Arjuna: The Bhagavad Gita.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 79-81.

Capítulo 4: A infância e a juventude de Jesus.

Natureza do Corpo de Jesus

“Havendo duas teorias quanto à natureza do corpo de Jesus, a carnal e a fluídica, podeis dizer nos algo a esse respeito?

(…) o nascimento do Mestre obedeceu às leis comuns da genética humana. Seu organismo era realmente físico. Evidentemente, tratava-se de um organismo isento de qualquer distorção patogênica própria ou hereditária, pois descendia da mais pura linhagem biológica das gerações passadas.

(…)o cabal desempenho da missão de Jesus no ambiente do vosso planeta exigia-lhe um corpo igual ao de todos os seus habitantes.

(…)

Aliás, em face da revelação científica agora aceita, de que a matéria é energia condensada, não se justificam essas preocupações quanto à natureza fluídica ou material do corpo de Jesus. Ante a sua alta espiritualidade-e isto é o que mais importa – o seu corpo nada significa por ter sido mais ou menos denso, ou seja, composto de energia condensada em maior ou menor dose. Essa contingência de “mais” ou “menos” densidade material não seria favorável nem prejudicial a Jesus, pois o seu sacrifício máximo não decorreu das obras físicas que ele teria de suportar no ato de sua crucificação. O seu holocausto mais acerbo consistiu na sua luta de abaixamento vibratório, no sentido de ajustar-se à matéria densa do mundo inferior, em atrito com as vibrações morais do seu padrão angélico. (…)  Infelizmente, as limitações de vossa sensibilidade moral ainda não vos permitem avaliar a renúncia espiritual de Jesus, decidindo abandonar o seu paraíso celestial para descer aos charcos de um mundo animalizado.”

RAMATÍS. O Sublime Peregrino. Obra psicografada por Hercílio Maes. São Paulo: Ed. Conhecimento, 2020, pág. 82-83.

Arquivos Secretos em Posse da Santa Igreja Católica

“Contudo, é provável que nos arquivos mais secretos da Santa Igreja Católica estejam atualmente preservados esses grandes mistérios e as leis que possibilitam aos altamente espiritualizados demonstrá-los e torná-los manifestos. Na verdade, alguns desses mistérios, utilizando leis naturais e divinas em suas manifestações, têm sido aplicados nos últimos séculos pelos mais altos dignitários eclesiásticos do círculo mais íntimo da Santa Igreja Romana e se encontram à disposição de muitos dos seus cardeais e trabalha dores especiais.

LEWIS, H. Spencer. As Doutrinas Secretas de Jesus. Rio de Janeiro: Biblioteca Rosacruz, V. II, Ed. Renes, 1983, p. 73.

Doença e Sofrimento Não São Normais!

“A doença e o sofrimento, entretanto, são coisas anormais e evitáveis, o que foi demonstrado por Jesus. Ele também ensinou que o corpo físico poderia ser livre de sofrimento, e a mente livre das torturas do pecado. Os Rosacruzes de hoje ensinam de que forma o homem pode viver em harmonia com a lei natural, evitar o sofrimento da carne e os pecados do corpo, para que possa viver em paz e felicidade até a hora da transição.”

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 219.

Milagres de Jesus não Foram Sobrenaturais

“Os milagres de Jesus não foram sobrenaturais, pois não ultrapassaram os limites das leis naturais nem se manifestaram pela aplicação singular de qualquer lei incomum. (…)  Seu poder de fazer milagres era dual: apreensão mental e compreensão das leis, e a capacidade de aplicar as leis adequadamente, dirigindo sua operação, além da Divindade em Seu interior que lhe permitia dirigir eficientemente os processos criativos da Consciência de Deus em Sua alma. Metade de Seu poder era o dom Divino Nele nascido; a outra metade era o poder desenvolvido pelo estudo, treinamento e experiência.

LEWIS, H. Spencer. A Vida Mística de Jesus. Curitiba, PR: AMORC, 2001, p. 218.

Conhecimento Científico

“Fazer ciência é buscar, nos fenômenos que presenciamos, sejam estes naturais, oferecidos pela própria vida e as manifestações energéticas que nos impressionam e atingem, ou aqueles promovidos em laboratórios, como também registrados em observatórios, o estabelecimento de lei ou leis que os aglutinem em relação de simultaneidade… de ações e reações no espaço em que se contêm, ou em relação de dependência no decorrer do tempo em que se ajustam e sucedem. Essa busca, em termos do racional, contingência ou faculdade que, de tão nobre, impulsiona o homem ao domínio da natureza e da sua própria vida. Em consequência, há que partir-se dos fatos, das ocorrências objetivas que, dessa ou daquela forma, nos impressionar, através dos nossos próprios sentidos.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 21.

A Ordem das Leis

“(…) não existe um agente como Acaso, no sentido de uma coisa fora da Lei, uma coisa fora de Causa e Efeito. Como poderia ser uma coisa que agisse no universo fenomenal, independente das leis, da ordem e da continuidade deste último? Tal coisa seria inteiramente independente do movimento ordenado do universo, e portanto superior a este. Não podemos imaginar nada fora do TODO que esteja fora da Lei, e isto somente porque o TODO é a própria LEI. Não há lugar no universo para uma fora e independente da Lei. A existência de tal Coisa tornaria sem efeito todas as Leis Naturais, e mergulharia o universo em uma desordem e ilegalidade caótica.”

Três Iniciados. O Caibalion: Estudo da Filosofia Hermética do Antigo Egito e da Grécia. Editora Pensamento: São Paulo, 2018, pág. 99.

O Universo Existe e Não Existe

E se o Homem, devido à falsa sabedoria, considerar as ações, vidas e pensamentos do Universo, como um mero sonho (semelhante aos seus próprios sonhos finitos), então ele o faz tão conveniente para si, e, como um dormidor que está passeando, tropeça sempre num círculo vicioso, sem fazer progresso algum, sendo, por fim, despertado por uma queda terrível, proveniente das Leis Naturais que ele ignora. Conservai sempre a vossa mente nas Estrelas, mas deixai os vossos olhos verem os vossos passos para não cairdes na lama, por causa da vossa contemplação de cima. Lembrai-vos do Paradoxo Divino, que ao mesmo tempo que o Universo NÃO EXISTE, ELE EXISTE. Lembrai-vos sempre dos dois Pólos da Verdade: o Absoluto e o Relativo. Tomai cuidado com as Meias-Verdades.”

Três Iniciados. O Caibalion: Estudo da Filosofia Hermética do Antigo Egito e da Grécia. Editora Pensamento: São Paulo, 2018, pág. 49.