A Verdade é Uma Só

A verdade é uma só: a exata correspondência com a Realidade. As encarnações divinas não vêm trazer uma religião nova ou exclu sivista, mas restaurar a Religião Única da realização divina. Todos os grandes mestres, como ondas, banham-se no mesmo Mar Eterno e tornam-se Um com Ele. As mensagens externamente distintas dos profetas são parte da necessária relatividade que se adapta à diversi dade humana. É a estreiteza mental que cria a intolerância religiosa e as denominações separatistas, reduzindo a verdade a uma adoração ritualista e a um dogmatismo sectário; a forma é confundida com o espírito. A mensagem essencial de autêntico contato entre o homem e seu Criador é diluída pela ignorância. A humanidade bebe dessas águas poluídas e não compreende de modo algum por que sua sede espiritual permanece. Somente as águas puras podem saciar uma sede opressiva.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 267.

Capítulo 13: O segundo nascimento do homem: o nascimento no Espírito – Diálogo com Nicodemos, parte I.

Pensamentos, Alternativas e Realidade

“Pergunta sobre o pensamento – O que já pensou a respeito disso? Pergunta sobre visão – O que você deseja alcançar? Pergunta sobre planejamento – Qual é o seu plano para…? Pergunta sobre realidade atual – Que insights você já teve sobre isso? Pergunta sobre alternativas – Quais são os possíveis caminhos a partir daqui? Pergunta para catalisar e energizar o cliente – Como posso ajudá-lo a pensar sobre o que fazer para isso dar certo?”

GOLDEMBERG, Gilda. Perguntas Poderosas: Um guia prático para aprender a
perguntar e alcançar melhores resultados em coaching. Ed. Casa do Escritor – 2a Edição, 2019. Versão Kindle, posição 792.

Realidade Única

“Os serviços religiosos da comunidade ocidental são maravilhosos quando direcionam a mente para Deus e para a verdade, mas são insuficientes se lhes falta a prática da meditação e o conhecimento dos métodos para a autêntica comunhão com Deus. Por outro lado, o Oriente enfatiza a experiência direta e pessoal de Deus, mas deixa a desejar em termos de organização e obras sociais filantrópicas.

A verdade, em si mesma e por si só, é a “religião” definitiva. (…) Ela tem infinitas manifestações e ramificações, mas uma só consumação: a experiência direta de Deus, a Realidade Única.

(…)

Sem idealismo espiritual, o pragmatismo materialista é o precursor do egoísmo, do pecado, da competição e das guerras. Esta é uma ligação para o Ocidente aprender. E a menos que o idealismo seja temperado com um caráter prático, haverá confusão, sofrimento e ausência de progresso natural. Esta é a lição a ser aprendida pelo Oriente.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 104.

Capítulo 5: Os anos desconhecidos da vida de Jesus – estadia na Índia.

Experiência Pessoal da Realidade Única

Para a prova absoluta da verdade se requer mais do que a racional dos pedantes, as orações de fé dos eclesiásticos, a prova científica de investigadores dedicados; a derradeira validação de qualquer doutrina reside na autêntica experiência pessoal daqueles que entram em contato com a Realidade Unica. A diversidade de opiniões em assuntos religiosos persistirá indubitavelmente enquanto as multidões ainda carecerem de tal qualificação. Não obstante, Deus deve apreciar a heterogênea miscelânea de Sua família humana, já que não Se deu ao trabalho de escrever claras orientações através dos céus para todos pudessem igualmente vê-las e concordar em segui-las.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. I. Editora Self, 2017, pág. 78.

Capítulo 4: A infância e a juventude de Jesus.

Força Mental e Ilusão

“Em sonho, o corpo físico sólido, o corpo astral luminoso e o corpo causal ou ideativo podem ser percebidos como reais. Se o sonhador desperta completamente, compreende que essas “realidades” são um sonho, o resultado de uma condensação da mente ou de uma imaginação materializada. Do mesmo modo, no sonho cósmico Jesus se encontrava limitado por seus corpos físico, astral e causal, cada um com seus instrumentos funcionais de percepção e consciência. Foi somente quando Jesus despertou por completo em Deus, três dias após a crucificação, que o sonho cósmico se desvaneceu totalmente na percepção de que apenas o Espírito existe. Mas tal percepção não abrandou a dificuldade de Jesus enquanto estava em sua cruz onírica e sob a influência do sonho cósmico. 

Deus cria primeiro o universo em pensamento e então o materializa em um sonho; mas Ele pode reverter à vontade o sonho material e transformá-lo num universo de puro pensamento. Os devotos que se encontram em sintonia com Deus podem perceber que o universo é constituído de pensamentos de sonho: um universo onírico que, no êxtase da profunda comunhão divina na meditação, pode ser contemplado como um universo de pensamento.

Enquanto a pessoa que tem pesadelos não desperta, é impossível convencê-la de que não está sofrendo; do mesmo modo, é muito difícil convencer qualquer ser humano que esteja sob a influência deste sonho cósmico de que ele está sonhando uma ilusão.

(…)

Em vez de ceder às exigências do corpo, o homem deve suportar com imparcialidade cada experiência que a vida apresente. Isso não significa festejar o sofrimento, mas preservar a mente forte quando vem a dor e o infortúnio. Aquele cuja mente alcança a vitória com prova que o sofrimento deixa de existir.

(…)

Quanto mais realidade se atribui ao sofrimento, maior é a dor; e ele não terá fim até que se transcenda aquele sonho. Jesus passou pela terrível provação na cruz para mostrar a todos nós que as experiências da vida terrena não podem nos afetar mais do que nossos sonhos noturnos quando conhecemos a Deus.”

YOGANANDA, Paramahansa. A Segunda Vinda de Cristo, A Ressurreição do Cristo Interior. Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus. Vol. III. Editora Self, 2017, pág. 409-411.

Capítulo 74: A crucificação.

Além das Aparências

Quando, assim como o Buda, começamos a considerar que as coisas não são o que parecem ser, nos juntamos a uma linhagem de pessoas – uma cultura da verdade – que aspiram transcender uma visão limitada da realidade. Isso é excitante, você não acha? Imagine viver em uma cultura que não se baseie em visões fixas. Imagine atividades que não se originem de “eu sou” – nem mesmo “eu sou budista”, ou “eu sou um membro da cultura da verdade”, ou “eu sou indiano, tibetano ou americano”. Desde o tempo do Buda, a cultura de enxergar além da aparência das coisas tem trazido liberdade aos seus cidadãos.”

MATTIS-NAMGYEL, Elizabeth. O Poder de uma Pergunta Aberta: o caminho do Buda para a liberdade. Teresópolis, RJ: Lúcida Letra,  2018. p. 132-133.

A Cultura da Verdade

“Neste mundo em que vivemos, tudo parece real: nossos acordos culturais parecem reais, nossos pensamentos parecem reais, nossa raiva e medo parecem reais. O Buda desafiou a noção do que é real por meio de sua investigação, que revelou a natureza da ausência de fronteiras das coisas.”

MATTIS-NAMGYEL, Elizabeth. O Poder de uma Pergunta Aberta: o caminho do Buda para a liberdade. Teresópolis, RJ: Lúcida Letra,  2018. p. 132.

Novas Realidades no Processo Evolutivo

“(…) Agora, assumindo a veracidade da teoria da evolução, abrem-se as perspectivas futuras que ela nos aponta e podemos, em plena lógica, afirmar a hipótese de que o homem, no seu próprio processo evolutivo, vá desenvolvendo estruturas de sensibilidade e percepção capazes de lhe revelar aspectos da realidade que lhe eram antes velados.

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 87.

Chegaremos à Uma Só Verdade!

“Esse, aliás, será o caminho pelo qual, mais à frente, poderá o humano vir a compreender melhor e, talvez, com exatidão, como podemos nos deslocar por esses espaços sem fim, dominando com facilidade inconcebíveis distâncias, viajando de sistema a sistema nesta Galáxia, à qual também pertencemos, fora dela, de constelações a constelações e, até, de Galáxia a Galáxia. É que desaparece o espaço em termos da ciência e do viver humanos. Outros conceitos, outras realidades, outros campos energéticos, outras dimensões se abrirão o aparente “infinito” se resolverá em termos de relatividade, em que o Psicológico se identificará ao Cósmico e sobreviverá uma SÓ VERDADE.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 81.

Percepção Diferente de Deslocamento

“Na verdade, as localizações no espaço dão a vocês o sentido, a noção de distância, um conceito que afinal se afina apenas a um campo restrito da realidade, aquele em que vocês se preparam desde o próprio nascimento. Nós, porém, não sofremos esse condicionamento de percepção e vivência nesse campo. Achamo-nos integrados em ambientes diferentes, resultando que, vivendo outros conceitos e face a propriedades diferentes desse outro ambiente, temos facilidades de deslocamentos que, no espaço em que vocês se encontram, corresponderiam a percursos praticamente “infinitos”, em um quase infinitésimo do que vocês chamam-tempo.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 79.