Limiar e imortalidade

“(…) a passagem do limiar constitui uma forma de auto aniquilação. (…) O desaparecimento  corresponde à entrada do fiel  no templo – onde ele será revivificado pela lembrança de quem e do que é, isto é, pó e cinzas, exceto se for imortal. O interior do templo, ou ventre da baleia, e a terra celeste, que se encontra além, acima e abaixo dos limites do mundo, são uma só e a mesma coisa”.

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, p. 92.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Gostei e vejo sentido em compartlhar essa ideiA

Facebook
Twitter
Pinterest

QUER MAIS?

O Si-mesmo

“A propósito, talvez valha a pena observar que as pirâmides efetivamente exibem estranhas propriedades físicas

Leia mais

Grande sonho

“(…) Acordo abruptamente, com a sensação de que alguém batera com força na porta. Para

Leia mais