Os Ferimentos Produzidos Pelo Açoite

“(…)Porém, se o corpo fosse lavado, o sangue reco ao redor dos ferimentos seria removido, provocando o vazamento de material sanguinolento. Isso resultaria na produção de boas impressões das feridas. Para poder testar essa hipótese, linho e toalhas de papel usados em autópsias foram gentilmente postos (mas não pressionados) nos ferimentos de vítimas que resistiram por algumas horas antes de sucumbirem ao acidente. Praticamente não foram produzidas impressões. Isso foi repetido depois que os ferimentos foram levemente enxaguados com água. Somente impressões indistintas de sangue foram feitas. Os ferimentos foram então lavados brevemente e o procedimento foi repetido. Dessa vez, as impressões ficaram razoavelmente boas (…) Qualquer coisa que fluísse depois da lavagem era considerada sangue impuro, e eles não lavavam novamente. Um rabino também me informou que, no caso de Jesus, com o Shabat e a Páscoa se aproximando, a lavagem teria que ser rápida.

(…)

O Evangelho Perdido Segundo Pedro (seção 6)- uma evidência controversa, não aceita pelos estudiosos- é citado aqui porque contém uma declaração definitiva referente ao fato de que Jesus foi lavado antes de ser colocado no Sudário: “E eles pegaram o Senhor e O lavaram e O enrolaram em lençóis de linho, e o levaram à Sua rumba, que era chamada Jardim de José.”

(…)

O ato de lavar, então teria causado o vazamento de sangue de causa um dos ferimentos, criando assim as impressões encontradas no Sudário. O sangue desses ferimentos não teria sido lavado, porque teria sido considerado impuro. Essa situação está de acordo com as ordenanças da lei judaica, justifica os ferimentos bem definidos encontrados no Sudário de Turim e provê uma explicação satisfatória aos patologistas forenses.”

ZUGIBE, M.D, Ph.D. Frederick T.  A Crucificação de Jesus: As Conclusões surpreendentes sobre a morte de Cristo na visão de um investigador criminal. São Paulo: MATRIX, 2008, pág. 281-289.

Publicado por

Juliano Pozati

Strengths coach, Escritor, Espiritualista e empreendedor. Membro do Conselho do The Institute for Exoconsciousness (EUA). Meio hippie, meio bruxo, meio doido. Pai do Lorenzo e fundador do Círculo. Bacharel em Marketing, expert em estratégia militar, licenciando em filosofia. Empreendedor inquieto pela própria natureza. Seu fluxo é a realização!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.