Governador Espiritual da Terra

“(…) Pretendemos estar certos, muito seguros, de que pertencemos a esses últimos e já demos a vocês, particularmente a você que transmite essas palavras, provas e provas, e demonstrações patentes do nosso relacionamento com a alta espiritualidade planetária. (…). Dentre elas só desejamos ressaltar:

Primeiro – o encontro objetivo e de tão profunda repercussão na pesquisa empreendida que você teve com YOGARIN, nas mais estranhas condições, tão bem preparadas, da madrugada em que chegou a esse local, a essa fazenda, em que se encontram;

Segundo – a forma solícita e com repetições sucessivas, com que correspondíamos com faróis luminosos que se acendiam e projetavam flashes sobre o grupo, quando você pronunciava em invocação o nome do Senhor Cristo, Supremo Hierarca Planetário, provando-se então que queríamos demonstrar nossa afinização, sentido de entrosamento harmonia de trabalho entre nós e os grandes Adeptos, Mestres Ascensionados da evolução terráquea.”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 112.

Experiência Esotérico Espiritual

“Passamos então todos a conversar sobre a augusta Fraternidade Espiritual à qual pertence o Mestre que naquele momento achamos tão parecido com esse Ser. E finalizamos invocando o poder de amor universal do seu Supremo Hierarca conhecido como Senhor Cristo no Ocidente, Acendeu-se, de repente, uma bela luz branco-azulada, bem próxima ao (sessenta a setenta metros de distância, no máximo). Esse depoimento, aliás, já o fizemos no livro precedente. Contudo, podemos ao grupo acrescentar que ficou dessa experiência, na verdade, a impressão de uma extraordinária e bela vivência esotérico espiritual, advindo naturalmente uma pergunta que era de todos: “Por que tal invocação haveria provocado tal resposta?

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 50.

O Poder do Verbo

“– Todavia, para colaborar em favor desses irmãos em desespero, será suficiente o concurso verbalista?

Não lhes estendemos simplesmente palavras, mas acima de tudo o nosso sentimento. Toda frase articulada com amor é uma projeção de nós mesmos. Portanto, se é incontestável a nossa impossibilidade de oferecer-lhes a libertação prematura, estamos doando, em favor deles, a nossa boa-vontade, através do verbo nascido de nossos corações, igualmente necessitados de plena redenção com o Cristo.

(…)

– Analisando o pretérito, ao qual todos nos ligamos, através de lembranças amargas, somos enfermos em assistência recíproca. Não seria lícito guardarmos a pretensão de lavrar sentenças definitivas pró ou contra ninguém, porque, na posição em que ainda nos achamos, todos possuímos contas maiores ou menores por liquidar.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 23.

Compaixão e Amor aos Adversários

“– A melhor maneira de extinguir o fogo é recusar-lhe combustível. A fraternidade operante será sempre o remédio eficaz, ante as perturbações dessa natureza. Por isso mesmo, o Cristo aconselhava-nos o amor aos adversários, o auxílio aos que nos perseguem e a oração pelos que nos caluniam, como atitudes indispensáveis à garantia de nossa paz e de nossa vitória.”

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, Capítulo 19.

Mensageiros de Jesus

Jesus espera pela formação de mensageiros humanos capazes de projetar no mundo as maravilhas do seu Reino.

Tudo o que existe dentro da Natureza é a ideia exteriorizada. O Universo é a projeção da Mente Divina e a Terra, qual a conheceis em seu conteúdo político e social, é produto da Mente Humana.

A palavra esclarece.

O exemplo arrebata.

Ajustemo-nos ao Evangelho Redentor.

Cristo é a meta de nossa renovação.

 

Xavier, Francisco Cândido / André Luiz. Nos Domínios da Mediunidade. Federação Espírita Brasileira, Brasília, 1955, pp. 115-123.

Dogmas herdados

Nos primeiros tempos do Cristianismo, principalmente, foram adotados de maneiras mais definitivas outros conceitos oriundos das antigas religiões. A ideia da Trindade, por exemplo, foi extraída da antiga tríade egípcia. Osíris, Ísis e Hórus tornaram-se Deus, Maria e Jesus. O dia 25 de dezembro como nascimento de Jesus foi emprestado do Mitraísmo –  que também defendia a segunda vinda do Cristo e do ato de “comer o corpo e beber o sangue de Deus”. Em muitas religiões do mundo antigo encontram-se concepções imaculadas e o sacrifício do deus pela salvação do ser humano.

Buckland, Raymond. Livro completo de bruxaria de Raymond Buckland: tradição, rituais, crenças, história e prática. Editora Pensamento Cultrix, São Paulo, 2019, p. 35.