A Figura não Resultou de Contato Direto com o Tecido

“Segundo tudo leva a crer, a figura do corpo do homem do Sudário foi produzida enquanto o corpo estava envolvido no lençol. (…) observam-se abundantes manchas de sangue que, pela sua precisão e exata localização, somente poderiam resultar de um contato direto do corpo com o tecido.

No entanto, a imagem estampada não revela nenhuma das características que acompanham necessariamente uma reprodução por contato direto.

Se envolvermos um corpo num lençol, de pois de aplicar-lhe uma substância apropria da para que deixe vestígios no pano, verificaremos, ao desdobrar e estender o lençol, que a imagem nele estampada apresenta distorções e fica desproporcionada. A explicação é simples: a extensão do corpo no tecido é muito maior do que a sua projeção numa fotografia ou em nossa retina. Quando estampamos num papel as impressões digitais de um dedo, a figura que resulta é muito mais larga do que a visão ou a fotografia desse dedo. O mistério do Sudário é que, tendo o corpo estado em contato com o tecido, a figura se revela perfeitamente proporcionada e sem distorções…

Tudo se passou como se se tivesse estendido o lençol a uma certa distância do corpo, e as impressões deste tivessem sido transpostas para o tecido sem nenhuma deformação, em negativo. e dando o código das distâncias e do relevo, a tridimensionalidade.”

ESPINOSA, Jaime. O Santo Sudário. São Paulo: Quadrante, 2017, pág. 20-21.

Publicado por

Juliano Pozati

Strengths coach, Escritor, Espiritualista e empreendedor. Membro do Conselho do The Institute for Exoconsciousness (EUA). Meio hippie, meio bruxo, meio doido. Pai do Lorenzo e fundador do Círculo. Bacharel em Marketing, expert em estratégia militar, licenciando em filosofia. Empreendedor inquieto pela própria natureza. Seu fluxo é a realização!

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