Individualidade e identidade

Segundo este misticismo do amor sexual, experiência última do amor é a percepção de que, subjacente a ilusão da duplicidade, a identidade: “Cada um é os dois”. Essa percepção pode ser expandida numa descoberta de que, por trás das múltiplas individualidades de todo universo circundante – humano, animal, vegetal e até mineral -, habita a identidade; a partir disso, a experiência amorosa assume um caráter cósmico, e o amado, que primeiro abrir os olhos a essa visão, é magnificado, configurando-se como espelho da criação.

Campbell, Joseph. O herói de mil faces. Pensamento, São Paulo, 2007, p. 274.

Publicado por

Juliano Pozati

Strengths coach, Escritor, Espiritualista e empreendedor. Membro do Conselho do The Institute for Exoconsciousness (EUA). Meio hippie, meio bruxo, meio doido. Pai do Lorenzo e fundador do Círculo. Bacharel em Marketing, expert em estratégia militar, licenciando em filosofia. Empreendedor inquieto pela própria natureza. Seu fluxo é a realização!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *