Resumo de Alexânia

Em largo período dessa pesquisa em Alexânia, os fenômenos deixaram de ser periódicos, aparentemente casuais. Como regra, reunido o grupo, ocorriam “coisas”:

– luzes pequenas ou grandes, mais ou menos brilhantes, que surgiam ora alto, acima do campo, das baixadas e das encostas, como acima da crista das elevações circundantes, deslocando-se ora lenta, ora rapidamente, em quaisquer direções, e às vezes até desdobrando-se;

– formações esféricas de luz difusa sobre os montes em torno, de cujo centro, progressivamente mais denso de luz de cor variada, partiam “flashes belíssimos, iluminando todo o ambiente, chegando até ao grupo, distante às vezes, no mínimo, 3 a 4 Km em linha reta;

– luzes ainda em “flashes” intensos, que vinham do alto, acima, muito acima da linha das montanhas, como de estrelas que se houvessem aproximado, muitas vezes mudando de posição, atendendo à sugestão indicada pelo então proprietário da fazenda, Sr. Wilson, acionando poderosa lanterna;

– formações nevosas densas, que pouco a pouco tomavam forma de objeto de configuração variada, como observamos, certa vez, conforme depoimento testemunhado, constante do nosso precedente trabalho “A Parapsicologia e os Discos Voadores”, a 20 ou 30 metros no máximo de nós, quando, então, afastada na parte central aquela névoa densa, nos foi exibida a parte metálica, brilhando, de cor castanho-rosa;

– o próprio objeto que, certa vez, passou vagarosamente sobre nós, de forma lenticular, bastante inclinado, oferecendo assim ótima observação de sua forma, com contorno muito nítido;

– objeto plainando sobre floresta próxima, onde aparece nítido, depois de mostrar uma luz, depois outra, depois outra, como vigias de bordo de uma nave, sucedendo-se até a sua vista total, quando então emitiu “flashes” verticais de luz ouro, condensada em forma dimensionada como de postes quadrangulares, nos quais se acharia ligada uma estrela de 5 pontas também dimensionada naquela mesma luz;

– luz curva, como um “flash” concentrado de holofote que, por insuspeitadas virtudes de uma capacidade técnica ainda não conhecida por nós, toma no céu a forma de um U invertido, cm abertura de no mínimo 800 m e uma altura presumível de mais de 1.500 m;

– contato objetivo com um dos operadores daqueles objetos, por parte de um elemento de nosso grupo, realizado no dia 31 de janeiro de 1969, o qual foi testemunhado por sete pessoas e fotografado sob nossas vistas, a uma distância de pouco mais de cem metros, pelo Sr. Luís de Albuquerque, então da assessoria de publicidade do Ministério do Interior…”

UCHÔA, Alfredo Moacyr. Mergulho no Hiperespaço. Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores. Brasília, 1976, pág. 42-43.

Publicado por

Juliano Pozati

Strengths coach, Escritor, Espiritualista e empreendedor. Membro do Conselho do The Institute for Exoconsciousness (EUA). Meio hippie, meio bruxo, meio doido. Pai do Lorenzo e fundador do Círculo. Bacharel em Marketing, expert em estratégia militar, licenciando em filosofia. Empreendedor inquieto pela própria natureza. Seu fluxo é a realização!

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