Viagem Espacial

Diário Espiritual de 19 de fevereiro de 2019

Conforme descrevi antes, a estrutura das naves que se ocuparam com o êxodo de nossa raça era colossal. No centro de grande disco metálico, era possível ver imenso globo de matéria vítrica translúcida de resistência potencializada com a energia mental necessária para lhe fazer resistir a viagem espacial. Nesta grande estufa, um pequeno ecossistema eco sustentável abrigava cerca de 60 abrigos dispostos em círculo. No centro, os espaços de convivência tinham imensos jardins e pomares, água e espaços para educação de nossa mente e espírito. O imenso globo, que atenderia ao que na Terra os cientistas chamam de estufa, era cercado por um grande anel metálico com 5 pavimentos, onde se localizam as salas de controle da nave, a maquinaria necessária para sua propulsão e os motores. O centro da nave era, por assim dizer, VIVO, ao passo que sua moldura era mecânica. Havia contudo, uma energia mental que a permeava como à um só organismo vivo. Essa energia era a base de sua operação sutil. Na “psicosfera da nave”, os emissários de Sananda que nos escoltaram durante toda a viagem, podiam operar livremente, materializando reparos necessários ao bom desempenho de nosso equipamento de navegação ao longo das décadas de viagem.

Ao romper a atmosfera de nosso novo lar, as seis naves remanescentes de nossa frota assumiram caráter ainda mais extraordinário. Tal qual semente depositada em solo fértil, o anel metálico terraformava um leito para  a parte inferior da do grande globo central de cada nave, projetando energia magnética concentrada sobre o solo do planeta, que gentilmente se deixava esculpir em formato côncavo. Uma vez que a placa terrestre se moldava suavemente, nossas naves desciam ao solo, encaixando-se perfeitamente. Imensas raízes metálicas saíram dos anéis, penetrando o solo para concretizar a fundação da estrutura, convertida organicamente de nave em colônia.

As seis naves assim se estabeleceram como seis colônias, dispostas harmoniosamente em círculo. Da superfície dos anéis pavimento, canhões de organização molecular teciam arcos transparentes que formavam imensos túneis de conexão para cada colônia, utilizando a areia do próprio planeta como matéria prima. Os organizadores moleculares eram ligados a imensos dutos que extraiam suavemente a matéria da superfície e, através de um processo de reorganização atômico-molecular, eram capazes de tecer qualquer estrutura.

O imenso duto tinha aspecto transparente e circulava as seis naves. Em uma semana, todas as colônias estavam conectadas pelo anel tubular de matéria vítrica.

Publicado por

Juliano Pozati

Strengths coach, Escritor, Espiritualista e empreendedor. Membro do Conselho do The Institute for Exoconsciousness (EUA). Meio hippie, meio bruxo, meio doido. Pai do Lorenzo e fundador do Círculo. Bacharel em Marketing, expert em estratégia militar, licenciando em filosofia. Empreendedor inquieto pela própria natureza. Seu fluxo é a realização!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.